quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Jovem é condenado após ser pego em ato sexual dentro de açougue


O americano Nicholas Lorenzo, de 25 anos, que foi preso em janeiro em Louisville, no estado do Colorado (EUA), após ser flagrado se masturbando dentro do açougue de um supermercado local, foi condenado a cinco anos de liberdade condicional, segundo o jornal "Daily Camera".

Ele foi detido na época após a denúncia de uma cliente. A mulher contou para os agentes que notou que o funcionário fazia um movimento estranho com a mão, quando ela se aproximou do balcão do açougue. Ao olhar com mais atenção, ela observou que Lorenzo segurava o pênis.

A cliente afirmou que o funcionário estava se masturbando enquanto conversava com ela. A mulher destacou ainda que o homem colocou o pênis dentro da calça ao ver que ela estava chocada com a cena.

Após o julgamento realizado na última quinta-feira, o jovem pediu desculpas por sua "ação irresponsável". "Depois disso, minha vida mudou dramaticamente", disse ele, destacando que gostaria de voltar no tempo para apagar esse episódio de sua vida.

Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 75 milhões

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 1.218 da Mega-Sena sorteadas nesta quarta-feira (29). A estimativa para o prêmio do sorteio que será realizado no próximo sábado é de R$ 75 milhões.

Confira os números sorteados: 10 – 23 – 29 – 31 – 33 – 46

De acordo com a Caixa, 211 apostas acertaram a quina e vão levar R$ 23.992,46 cada uma. Já a quadra teve 17.290 acertadores que vão receber um prêmio individual de R$ 418,27.

Dilma tem 47%, Serra, 28%, e Marina, 14%, aponta Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (30) mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 47% das intenções de voto. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 28%, e Marina Silva, do PV, tem 14%, segundo o levantamento, encomendado pela TV Globo em parceria com o jornal "Folha de S.Paulo".

Em relação à pesquisa anterior, realizada na segunda-feira (27), Dilma oscilou um ponto para cima; Serra e Marina mantiveram os percentuais registrados anteriormente.

Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 45% a 49%, Serra, de 26% a 30%, e Marina, de 12% a 16%.

De acordo com a pesquisa, brancos e nulos somaram 3%, e indecisos, 6%.

Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) obteve 1%.

Dentre os outros candidatos – Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Rui Costa Pimenta ( PCO) e Zé Maria (PSTU) –, nenhum atingiu 1% das intenções de voto, mas juntos eles alcançaram 1%.

Votos válidos
Considerando os votos válidos, em que se exclui os votos em branco e nulos, Dilma oscilou de 51% para 52%. Com a margem de erro, ela pode ter entre 50% e 54%. Segundo o Datafolha, como o resultado obtido pela petista está no limite da margem de erro da pesquisa, seria impossível afirmar com certeza que a candidata seria eleita no primeiro turno, caso a eleição fosse agora. Para vencer no primeiro turno, Dilma precisa de 50% mais um dos votos válidos.

Segundo o Datafolha, a oscilação positiva de Dilma se deu por conta da evolução da petista no Sul e no Sudeste.

Nos votos válidos, Serra obtém 31%, Marina, 15%, e Plínio, 1%.

Foram realizadas 13.195 entrevistas em 480 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 33119/2010.

Segundo turno
Na simulação de segundo turno feita pelo Datafolha, Dilma aparece com 53% (de 51% a 55%, considerando a margem de erro), e Serra, com 39% (37% a 41%). Brancos e nulos totalizam 5%, e 3% dizem não saber em quem votar.

Com erro da arbitragem, Corinthians e Botafogo empatam no Pacaembu


Corinthians e Botafogo fizeram nesta quarta-feira um jogo digno de dois candidatos ao título do Campeonato Brasileiro. O resultado, porém, não agradou aos dois. Com gols de Bruno César, o centésimo do Timão na temporada, e Loco Abreu, o sexto em seis jogos, as equipes empataram por 1 a 1, no Pacaembu, e ficaram mais distantes do líder Fluminense. Os cariocas deixam São Paulo reclamando de um gol de Herrera anulado erradamente pelo árbitro Leandro Vuaden no segundo tempo sob a alegação de impedimento.

O Corinthians apostava tudo no Pacaembu para voltar a vencer depois da derrota para o Internacional. O clube do Parque São Jorge tem agora 48 pontos, na segunda posição. O triunfo sobre o Avaí colocou o Fluminense com 51. A equipe dirigida por Adilson Batista tem um jogo a menos – dia 13 de outubro, pega o Vasco, em São Januário, em partida atrasada do primeiro turno.

Apesar de somar um ponto fora de casa, o placar também não é bom para o Botafogo. Os cariocas chegam ao quinto jogo consecutivo sem vencer e atingem a marca dos 41 pontos, caindo para o sexto lugar. A desvantagem para o rival Flu subiu para dez pontos. O mesmo aconteceu na briga com o Cruzeiro por uma vaga na Libertadores. São seis abaixo dos mineiros.

Na próxima rodada, o Corinthians recebe o Ceará, sábado, às 16h, no Pacaembu. Já o Botafogo faz o clássico contra o Flamengo, no mesmo dia, às 18h30m, no Engenhão.


O Corinthians precisou de pouco tempo para mostrar novamente o quanto é difícil superá-lo no Pacaembu. Com suas peças bastante avançadas e abusando da velocidade, o Timão bloqueou a saída e encurralou o Botafogo no campo defensivo. O gol não demorou a sair. E um golaço! Bruno César, aos dois minutos, acertou um lindo chute com efeito no ângulo esquerdo, indefensável para Jefferson. Foi o 11º dele no Brasileirão.

A desvantagem fez o Botafogo acordar. O Corinthians reduziu a pressão, os cariocas melhoraram os passes e saíram de trás, com Lúcio Flávio, Marcelo Cordeiro e Herrera jogando pelo lado esquerdo, nas costas de Alessandro. Loco Abreu perdeu a chance de empatar, aos 11, ao carimbar o travessão em chute forte após cobrança de escanteio.

O Botafogo continuou melhor. Fahel grudou em Jorge Henrique, Leandro Guerreiro encostou em Elias, e os visitantes atrapalharam toda a criação corintiana. Bruno César, aberto pela direita como um atacante, e Iarley ficaram presos na boa marcação rival. Para piorar, a zaga paulista decidiu dormir, aos 26. Melhor para Loco Abreu, que não perdoou e marcou de cabeça em cruzamento de Herrera, que Alessandro não subiu para cortar.

Depois do empate, o Corinthians não conseguiu voltar a pressionar. O meio de campo, coração da equipe de Adilson Batista, pouco funcionou. Nas poucas vezes que inverteu posições, o Timão quase marcou, aos 34, com Iarley acertando a trave após desvio de cabeça de Elias. Aos 46, o mesmo Elias subiu entre os zagueiros e quase acertou o canto direito de Jefferson.

O segundo tempo começou movimentado. Ralf voltou a sentir a lesão no tornozelo esquerdo e deu lugar a Paulinho. O Corinthians ganhou mais qualidade nos passes, mas perdeu poder de marcação. Assim, o Botafogo só não virou o jogo, aos quatro, por um impedimento marcado erradamente. Herrera recebeu de Marcelo Cordeiro em posição legal na área, fez o gol, mas a arbitragem já havia parado o lance. Em seguida, aos sete, o mesmo Herrera, de cabeça, parou em ótima defesa de Julio Cesar.

Joel Santana, porém, errou ao trocar Herrera por Renato. O Botafogo perdeu força ofensiva, e o Corinthians passou a pressionar. Paulinho, aos 15, se apresentou no ataque, recebeu livre na área e chutou mal. Jefferson fez a defesa, a bola escapou e Leandro Guerreiro afastou antes que ela entrasse. Aos 26, Jucilei errou cabeçada de frente para o gol depois de cruzamento de Jorge Henrique.

O Timão, entretanto, não conseguiu manter o ritmo. Adilson Batista trocou Iarley pelo argentino Defederico para dar mais mobilidade ao ataque. Não deu certo. O Corinthians seguiu em cima do adversário, mas abusando dos cruzamentos para a área. Todos com pouco perigo para o goleiro Jefferson.

Aos 47, Somália perdeu a chance de marcar para o Botafogo. Ele pegou passe errado de William, avançou livre pelo meio, mas chutou fraco para Julio Cesar defender com facilidade. Caio, aos 48, também perdeu. Esperto, Loco Abreu achou o garoto em rápida cobrança de falta. O talismã de Joel arrancou, se livrou do goleiro e - com o uruguaio totalmente livre ao seu lado - chutou por cobertura, errando o alvo, para desespero dos companheiros.

Iluminado, Conca decide, Flu derrota o Avaí e continua soberano na ponta


Difícil imaginar como tanto talento cabe em 1,67m e 58kg. A boa fase de Conca é tão evidente que mesmo quando não é brilhante o argentino consegue decidir. Nesta quarta-feira, em jogo complicado contra o Avaí, o capitão, o craque do time, mais uma vez apareceu. Não foi com uma de suas espetaculares assistências, mas com um gol salvador, aos 37 do segundo tempo. Gol para manter a liderança na 26ª rodada do Brasileirão. A vitória por 1 a 0 deixa o Fluminense com 51 pontos, firme na primeira posição.

A cidade de Volta Redonda, distante cerca de 120 km do Rio, acolheu o time de Muricy Ramalho. Fez a equipe não sentir falta do Maracanã, que está fechado para as obras da Copa do Mundo de 2014. Ao contrário do Engenhão, local onde Flu tem mandado seus jogos, os jogadores foram abraçados por quase 12 mil pessoas. Apoio reconhecido. No fim do jogo, Muricy pediu ao grupo que fosse ao meio-campo para agradecer.

O Avaí continua ameaçado pelo rebaixamento. Precisa correr, apressar o passo. Os catarinenses têm 28 pontos, estão em 16º, apenas uma posição à frente da zona de rebaixamento.

As duas equipes voltam a jogar no próximo sábado. O Fluminense visita o Grêmio Prudente, no Prudentão, às 16h. Às 21h, o Avaí recebe o São Paulo, na Ressacada.

Flu pena contra um Avaí à vontade

Soberano, mas vulnerável. Agressivo e ao mesmo tempo pressionado. Foi um Fluminense com duas caras. Uma cheia de iniciativa, que praticou o jogo ofensivo, com apetite. A outra acanhada, instável na hora de defender, até certo ponto displicente. O torcedor de Volta Redonda que saiu de casa para apoiar gostou muito da primeira. Aplaudiu a categoria de Deco, os passes de primeira, a maneira como ele aconchega a bola nos pés em vez de dominá-la. Agitou-se com as cobranças de falta de Conca para a área. Logo na primeira, aos três minutos, o grito de gol quase pulou da garganta. Pelo lado direito, o argentino alçou na segunda trave, e o zagueiro Leandro Euzébio escorou de cabeça. A bola passou por Washington e Rodriguinho, na boca do gol, e se perdeu pelo lado direito.

O Avaí fez os tricolores se calarem por mais de uma vez. Davi, Jeferson, Robinho e Marcelinho se multiplicaram em campo, correram muito e foram perigosos nos contra-ataques. Aos sete, Julio Cesar afastou mal de cabeça e armou o ataque dos catarinenses. Marcelinho recebeu na frente e arriscou, à direita do gol de Rafael.

A torcida não gostou do lado esquerdo da defesa. Nem Muricy. Por mais de uma vez, o treinador chamou Julio Cesar, substituto do supenso Carlinhos, e Fernando Bob para uma bronca ao pé do ouvido. Gesticulou indignado. Também falou com Darío Conca e Deco. O luso-brasileiro orientou o lateral-esquerdo e o volante e também teve de voltar para ajudar a fechar espaços naquele setor. Conca tentou algumas arrancadas, caiu pela direita, acionou Mariano, mas continuava perigoso na bola parada. Aos 13, cobrou falta cheia de veneno, Washington raspou de cabeça, e Zé Carlos salvou o Avaí com os pés.

Os avaianos respondiam com velocidade, em subidas que perturbavam a defesa do Fluminense. Novamente pela direita, Marcelinho tabelou com Robinho e cruzou rasteiro. Davi pegou de primeira, mas Gum desviou. Os visitantes perderam o volante Rudnei, machucado. O técnico Édson Santos colocou Marcos.

O goleiro Rafael deu dois sustos nos companheiros e no público: uma saída estranha com as mãos e uma reposição errada com os pés. Mas ele também foi importante. No momento em que o Tricolor pouco passava da linha que divide o gramado, conseguiu evitar o pior. Após falha de Leandro Euzébio na entrada da área, Marcelinho (ele outra vez!) pegou de primeira, rasteiro. O camisa 1 salvou no reflexo, aos 20. Mais tarde, Marcos recebeu pela direita, invadiu a área sem problemas e bateu cruzado. Rafael espalmou novamente.

Bem marcado, o meio-campo de Muricy Ramalho esteve sem criatividade, desequilibrado. O time só conseguiu ser perigoso outra vez em uma cobrança de escanteio, aos 34. Conca cobrou, o zagueiro Gum escorou de cabeça, e Zé Carlos, no canto, defendeu. Foi lucro para o Fluminense ir para o intervalo com o empate. No último lance de perigo da primeira etapa, já nos acréscimos, Marcelinho recebeu em posição legal pela esquerda e chutou rente à trave de Rafael. A arbitragem marcara impedimento.

Quem tem Conca, tem tudo

Enquanto subiam cada degrau da escada de acesso ao campo, os jogadores do Fluminense ouviram a todo volume pelo sistema de som do Raulino de Oliveira que o Corinthians marcara um gol sobre o Botafogo, no Pacaembu, logo aos três minutos de jogo. O Tricolor começava o segundo tempo como vice-líder do Brasileirão. O time voltou com Valencia no lugar de Fernando Bob, que não fez um bom primeiro tempo, e renovou o ímpeto. Voltou a buscar os avanços dos laterais. Ora com Mariano pela direita, ora com Julio Cesar pela esquerda. Os cruzamentos quase sempre passavam por Washington ou eram afastados pela zaga avaiana. Aos nove, Deco cobrou escanteio, e Leandro Euzébio, que já fez cinco gols no campeonato, cabeceou para a defesa de Zé Carlos.

O Avaí continuou apostando nos contra-ataques, mas não conseguia mais ter tantos espaços. Marcelinho, aberto pela esquerda, era a melhor opção. Apesar de não ser muito alto, é forte, faz bem o jogo de corpo e incomoda os defensores.

Discretos, Conca e Deco tentaram despertar. Em bonita tabela na entrada da área, o argentino devolveu para o camisa 20, que mirou Washington. A zaga não deixou a bola chegar e afastou. Na cobrança de escanteio, Leandro Euzébio subiu sozinho, mas cabeceou pra fora. Era a hora de a torcida começar a jogar. Primeiro foram os gritos de “time de guerreiros”, depois pedidos pela entrada do meia Marquinho e por último a aplicação de um cartão amarelo. Pois é. Torcida também aplica cartão. Quando o goleiro Zé Carlos demorou nas reposições de bola, os tricolores chiaram, e o árbitro Luiz Flávio de Oliveira concordou. Se não dava para vibrar com um gol do Flu, que fosse com um do Botafogo. No Pacaembu, o empate do Alvinegro com o Corinthians, ainda no primeiro tempo, devolvia a liderança ao time das Laranjeiras.

Assim como o árbitro, Muricy ouviu os torcedores. Aos 23, chamou Marquinho para o lugar de Deco, que deixou o campo aplaudidíssimo. O Avaí também mudou. Jeferson deu lugar a Roberto. Os catarinenses chegaram na bola parada. Pará cobrou rente à trave, aos 29. O Fluminense só voltou a criar depois dos 30 minutos. Conca fez o corta-luz, e a bola sobrou para Mariano. O lateral soltou a bomba e assustou Zé Carlos.

Mesmo no dia em que não é brilhante, o argentino consegue decidir. Difícil dizer o quanto brilha a estrela de Conca, o quanto este jogador é importante para o Fluminense. No segundo tempo, o camisa 11 deixou as cobranças de escanteio para Deco e depois para Marquinho. Talvez para se poupar, ou quem sabe para surpreender. Aos 37, Marquinho cobrou, Gum escorou de cabeça, na primeira trave, e o argentino, livre na segunda, bateu de esquerda para decidir o jogo. O rei das assistências do Brasileirão (tem 16) também é matador: 1 a 0. O jogo do Corinthians não importava mais. O Fluminense continua firme na ponta.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Novo Gol Rallye é lançado a partir de R$ 40,3 mil


O Novo Gol Rallye, apresentado nesta terça-feira (21), em Campinas (SP), chega às lojas na primeira semana de outubro a partir de R$ 40.370, com câmbio manual, e R$ 43.030, com a transmissão automatizada (I-Motion). A Volkswagen volta a oferecer o hatch na versão 'aventureira', agora na carroceria da quinta geração do Gol, exatamente três anos após a última edição da série.
O Gol Rallye foi lançado em 2004, com a geração III, e reeditado em 2007, com a quarta geração. A nova edição visa dar um fôlego às vendas do modelo. O reinado do hatch alemão, o carro mais vendido do Brasil há mais de duas décadas, é ameaçado pela nova geração do Uno, que já conta com uma versão off-road (Way). Na primeira quinzena de setembro foram comercializadas 11.855 unidades do modelo da Volks, contra 11.613 do carro da Fiat, uma diferença de apenas 242 unidades.

A fabricante espera que a versão Rallye represente 5% das vendas do Gol, o que deve representar 1.150 unidades das 23 mil comercializadas, em média, por mês.A nova versão do Gol é oferecida apenas com motor 1.6, que já equipa outras versões do hatch e modelos da família VW.

Suspensão mais elevada
Em relação ao Gol convencional, a principal novidade é a suspensão 28 milímetros mais elevada, que proporciona 171 mm de altura em relação ao solo, com o veículo vazio, e 146 mm, quando carregado.

A frente é semelhante à adotada na picape Saveiro Cross e o carro também ganhou adesivos nas laterais. O modelo vem cinco opções de cores sólidas, incluindo a Amarelo Solaris, que estreou no CrossFox.

O pacote de série inclui vidros e travas elétricas, direção hidráulica, sensor de estacionamento, repetidores de setas nos retrovisores, spoiler traseiro, luz de leitura para passageiros do banco de trás e forração do teto e colunas na cor preta. O ar-condicionado, opcional, sai por R$ 2.660. A configuração I-Motion traz também a opção de troca de marchas por meio de borboletas atrás do volante.

Linha do tempo
O Gol Rallye foi lançado em agosto de 2004 com suspensão um pouco mais elevada, bancos e rodas esportivas e única motorização (1.6 Total Flex, com 97 e 99 cavalos de potência, com gasolina e álcool, respectivamente). Em março de 2006, a versão ganhou a opção 1.8 Total Flex, com 103/106 cavalos. De acordo com os dados da Volkswagen, em dois anos de comercialização, a série Rallye vendeu 13Por causa do sucesso, a marca alemã relançou o modelo off-road em setembro de 2007. Na nova “fornada”, limitada a 3.000 unidades, a VW incrementou o visual do hatch, que ficou mais aventureiro do que a edição anterior, com destaque para os faróis com máscaras negras e de milha nos para-choques, além do aerofólio traseiro. O modelo tinha ainda vão livre do solo de 2,7 centímetros e trazia de série direção hidráulica e rodas de liga leve. mil unidades.


Laboratório liderado por brasileiro vai transformar corpo humano em PC

Um engenheiro brasileiro é o homem responsável por enxergar, com dez anos de antecedência, os rumos de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Henrique "Rico" Malvar, 53 anos, formado pela Universidade de Brasília, lidera desde 1997 o laboratório de pesquisa da Microsoft. No comando de cerca de 350 pesquisadores, Malvar conduz o desenvolvimento de tecnologias que, em breve, podem tornar obsoletos teclados, mouses e até mesmo telas.
Laboratory (MRL) estão dois projetos para tornar mais natural a interação entre seres humanos e computadores. O primeiro, batizado de skinput, faz com que nossa pele se transforme em uma tela sensível ao toque. Pequenos projetores são acoplados a uma braçadeira, e exibem comandos no antebraço do usuário. Com os dedos da outra mão, basta "clicar" no comando selecionado para fazer ligações, acessar a internet ou trocar a música de seu player de MP3, por exemplo.

Sensores instalados na mesma braçadeira medem a reverberação acústica produzida pelo "clique" em nosso braço. A cada batida do dedo na "tela", as ondas chegam aos sensores, que indicam qual foi o comando selecionado, já que a reverberação é diferente de acordo com a área do corpo apontada pelo usuário.

Estrutura acadêmica
Os projetos comandados pelo brasileiro Rico Malvar, em parceria com diversas instituições de pesquisa ao redor do mundo, tentam desenvolver tecnologias que não necessariamente serão integradas à linha de produtos da Microsoft. "Enquanto o laboratório de pesquisa e desenvolvimento da empresa trabalha no que chegará para o consumidor nos próximos dois ou três anos, nosso foco está em uma década para a frente", explica Malvar

Cabe ao engenheiro, que mora há 13 anos nos EUA, decidir onde investir uma pequena parte dos cerca de US$ 9 bilhões da verba anual de pesquisa da Microsoft. Em contrapartida, a empresa fica com cerca de 10% dos resultados obtidos no MRL. "Cerca de 90% é publicado, temos uma estrutura bem semelhante a um laboratório de uma universidade. E, para a academia, publicar é muito importante."

O MRL já publicou informações sobre sistemas operacionais que eventualmente devem substituir o Windows, linguagens computacionais para os equipamentos do futuro, sistemas para facilitar a interação de homens e robôs e algoritmos de análise automática de textos e fotos, entre outras áreas de pesquisa.

Eventualmente, no entanto, acontece de alguém na empresa identificar que os projetos do MRL podem servir para os produtos da empresa. "Um rapaz veio aqui e se encantou com um sistema de câmeras que estavamos criando, e acreditou que aquilo poderia ser revolucionário no mercado de videogames". O rapaz era o também brasileiro Alex Kipman, e a tecnologia acabou se transformando no Kinect, sistema que elimina os joysticks e faz com que o corpo do jogador comande o game.