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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Novo Gol Rallye é lançado a partir de R$ 40,3 mil


O Novo Gol Rallye, apresentado nesta terça-feira (21), em Campinas (SP), chega às lojas na primeira semana de outubro a partir de R$ 40.370, com câmbio manual, e R$ 43.030, com a transmissão automatizada (I-Motion). A Volkswagen volta a oferecer o hatch na versão 'aventureira', agora na carroceria da quinta geração do Gol, exatamente três anos após a última edição da série.
O Gol Rallye foi lançado em 2004, com a geração III, e reeditado em 2007, com a quarta geração. A nova edição visa dar um fôlego às vendas do modelo. O reinado do hatch alemão, o carro mais vendido do Brasil há mais de duas décadas, é ameaçado pela nova geração do Uno, que já conta com uma versão off-road (Way). Na primeira quinzena de setembro foram comercializadas 11.855 unidades do modelo da Volks, contra 11.613 do carro da Fiat, uma diferença de apenas 242 unidades.

A fabricante espera que a versão Rallye represente 5% das vendas do Gol, o que deve representar 1.150 unidades das 23 mil comercializadas, em média, por mês.A nova versão do Gol é oferecida apenas com motor 1.6, que já equipa outras versões do hatch e modelos da família VW.

Suspensão mais elevada
Em relação ao Gol convencional, a principal novidade é a suspensão 28 milímetros mais elevada, que proporciona 171 mm de altura em relação ao solo, com o veículo vazio, e 146 mm, quando carregado.

A frente é semelhante à adotada na picape Saveiro Cross e o carro também ganhou adesivos nas laterais. O modelo vem cinco opções de cores sólidas, incluindo a Amarelo Solaris, que estreou no CrossFox.

O pacote de série inclui vidros e travas elétricas, direção hidráulica, sensor de estacionamento, repetidores de setas nos retrovisores, spoiler traseiro, luz de leitura para passageiros do banco de trás e forração do teto e colunas na cor preta. O ar-condicionado, opcional, sai por R$ 2.660. A configuração I-Motion traz também a opção de troca de marchas por meio de borboletas atrás do volante.

Linha do tempo
O Gol Rallye foi lançado em agosto de 2004 com suspensão um pouco mais elevada, bancos e rodas esportivas e única motorização (1.6 Total Flex, com 97 e 99 cavalos de potência, com gasolina e álcool, respectivamente). Em março de 2006, a versão ganhou a opção 1.8 Total Flex, com 103/106 cavalos. De acordo com os dados da Volkswagen, em dois anos de comercialização, a série Rallye vendeu 13Por causa do sucesso, a marca alemã relançou o modelo off-road em setembro de 2007. Na nova “fornada”, limitada a 3.000 unidades, a VW incrementou o visual do hatch, que ficou mais aventureiro do que a edição anterior, com destaque para os faróis com máscaras negras e de milha nos para-choques, além do aerofólio traseiro. O modelo tinha ainda vão livre do solo de 2,7 centímetros e trazia de série direção hidráulica e rodas de liga leve. mil unidades.


terça-feira, 31 de agosto de 2010

Omega voltará ao Brasil em novembro


A GM vai voltar a vender o sedã Omega no mercado brasileiro a partir de novembro, segundo o site australiano Go Auto. O carro chegará em um lote inicial de 600 unidades com o sobrenome Fittipaldi e novos detalhes, como o câmbio automático de seis marchas, o mesmo que equipa o Malibu e o utilitário esportivo Captiva V6.

O motor será V6 3.6 litros, com injeção direta de gasolina, devidamente ajustado para funcionar com 25% de álcool, mas que passará a ser bicombustível a partir de 2012 na Austrália, onde o carro é produzido pela Holden, subsidiária da GM.

Além disso, o sedã ganhará para-choque dianteiro reestilizado, com entrada da ar mais larga e tela de LCD de 6.5 polegadas do tipo “touch screen”, que fará parte do sistema de som com Bluetooth e entrada USB.

Recalls no Brasil já envolveram mais de 1 milhão de veículos neste ano

Nos oito primeiros meses do ano, já foram convocados no Brasil 1,052 milhão de carros, motocicletas, caminhões e comerciais leves em recalls, de acordo com o levantamento feito pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério Público Federal, a pedido do G1.

A marca foi atingida após o anúncio de recall de 59.714 Chevrolet Agile, na última sexta-feira (27). Apenas para efeito de comparação, o número de veículos envolvidos em convocações neste ano equivale a um terço das 3,18 milhões de unidades produzidas no país em todo o ano passado.

O volume de convocados até agosto é o maior desde 2008, quando foram chamados de volta às concessionárias 1,26 milhão de veículos, e é 44% superior a 2009, que teve 728.525 unidades em recall. Em número de chamados, este ano contabiliza 38 até agosto, sendo que alguns recalls envolvem mais de um modelo. Em todo o ano passado, foram 43 convocações, pelos dados do DPDC, número considerado recorde.

sábado, 14 de agosto de 2010

Linha 2011 da Mitsubishi L200 Triton chega com retoques no visual

A Mitsubishi do Brasil anunciou nesta quinta-feira (12) a linha 2011 da picape L200 Triton. A principal novidade da versão cabine dupla, com tração integral e motor flex, está na carroçaria. A picape ganhou nova grade e para-choque dianteiro e traz mudanças no desenho das rodas de liga-leve de 16 polegadas e nas molduras dos faróis de neblina.
A nova linha conta ainda com um sistema de navegação GPS, desenvolvido pela própria Mitsubishi para seus modelos no Brasil. De acordo com a fabricante, o aparelho tem 1.200 localidades mapeadas e 800 mil pontos de interesse.
O GPS integra o sistema multimídia que traz tela touch screen de sete polegadas de 7 polegadas e entrada para CD / DVD player, USB com interface para iPod, MP3 e sistema Bluetooth com viva-voz. Ainda na cabine, o painel de instrumentos ganhou novos grafismos.

Sob o capô continuam os motores V6 3.5 de 200 cv flex com transmissão automática e o propulsor a diesel 3.2 litros de 165 cv, disponível com câmbio manual de cinco velocidades ou automático de quatro marchas.

Os preços não sofreram alteração e permanecem R$ 101.990 para a versão flex, R$ 114.990 para o modelo equipado com motor a diesel e câmbio manual e R$ 119.990, com transmissão automática.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Novo Classic chega por R$ 28.294


Ele já foi visto com disfarce, sem disfarce, em grupo, sozinho e por todos os ângulos. Mas só agora a GM lança oficialmente o Classic com sua nova cara – nem tão nova assim. O sedã chega às lojas da marca esta semana a partir de R$ 28.294, com alterações basicamente externas. O interior permanece o mesmo, assim como a motorização 1.0 de 78/77 cv (álcool/gasolina).

É verdade que se a primeira olhada sobre o novo Classic for rápida, as mudanças passam quase despercebidas. Mas uma observação atenta revela os detalhes que buscam modernizar o visual do sedã. Na dianteira, entram um novo desenho para o conjunto óptico, com formato triangular (similar ao do prisma), novo capô com vincos ressaltados, parachoque com novo formato, assim como entrada e ar dianteira com novo friso cromado.
A traseira mantém a tônica, com novo conjunto de luzes (agora horizontal, invadindo a tampa do porta-malas), parachoque com novo formato e curva da tampa mais ressaltada. A lateral permanece praticamente a mesma, com a curva dos paralamas mais angulosa, repetidores de setas e maçanetas, frisos de portas e retrovisores na cor da carroceria. O interior ganhou apenas nova manopla de câmbio (mesma do Prisma) e grafismos nos mostradores.

Depois de 15 anos, esta foi a maior reforma que o 3º sedã mais vendido na história do Brasil já sofreu. E, já com o desenho novo, o Classic deverá assumir a segunda posição do ranking em breve, ultrapassando o Chevette ao alcançar mais de 1,065 milhão de unidades vendidas. Contando com essa preferência clara dos clientes, a GM não parece ter feito muito esforço para dar novo fôlego ao veterano.
Na verdade, o novo Classic chega com visual criado graças ao maquinário do modelo Sail, que deixou de ser fabricado na China. Com a morte do sedã por lá, todo o equipamento veio para o Brasil, e foi aproveitado para dar ao Classic a sua nova cara. Enquanto isso, os consumidores chineses recebem um sedã de visual e plataforma totalmente novos.
Pena que peramaneceram no modelo os mesmos problemas que já incomodavam lá em 1995. O volante tem uma pegada desconfortável, e a posição de dirigir não é boa, em grande parte por culpa da caixa de roda que invade demais a área dos pedais. As imperfeições da pista são transmitidas em grande parte para a cabine, assim como o barulho do motor. E, apesar de responder bem, o propulsor VHCE tem dificuldades em levar o Classic nas subidas. Mesmo com apenas um ocupante, uma ladeira a bordo do sedã é tarefa penosa.
Alinhada com as nomenclaturas globais da GM, a Chevrolet passa a vender o Classic no Brasil apenas na versão LS. São cinco kits diferentes, com itens de série que incluem desembaçador do vidro traseiro, preparação de som e imobilizador eletrônico. A lista de opcionais traz ar condicionado, direção hidráulica, ar quente e protetor de cárter. O destaque vai para o novo rádio com sistema PRDS, que recebe notícias enviadas pela GM diretamente no visor.

Mesmo com as tímidas mudanças, as expectativas da GM não poderiam ser melhores. A marca já projeta um crescimento de 20% nas vendas do modelo, cravando em 11 mil unidades negociadas no mês. Para dar conta da demanda, a montadora prepara sua fábrica em São José dos Campos (SP) que, em conjunto com a de São Caetano do Sul (SP), deverá suprir todo o mercado nacional.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Pilotos buscam emoção na dura realidade do inverno


Para Joe Belanger, pilotar automóveis no asfalto é simplesmente uma maneira de matar o tempo até que os lagos se congelem.

As corridas no gelo, seu esporte preferido, são como as tradicionais corridas de rua mas em versão congelada, que envolvem as derrapagens, deslizamentos, imprevisibilidade e o frio gélido que correr sobre uma superfície gelada implica.

"Por quê?", diz Belanger. "É um vício. Uma tremenda injeção de adrenalina, poder fazer 110 km/h em uma reta e começar a curva em uma pista de gelo".

Os clubes de corrida no gelo, a maioria dos quais localizados no nordeste e na porção superior do centro-oeste dos Estados Unidos, equipam seus pneus com correntes e levam os carros a lagos congelados, a cada inverno. Existe até uma série para os pilotos de elite da modalidade, com provas em locais que se estendem de Fresno, Califórnia, a Glenn Falls, Nova York.

Belanger é o presidente da Associação de Corrida no Gelo da Nova Ingkaterra, clube cujos membros se encontram no lago Northeast, em Milton Three Ponds, todos os domingos de janeiro a março, se o clima permitir.

O clube surgiu quase 40 anos atrás, quando um grupo de pilotos de rua decidiu sair com seus carros no gelo, disse John Mattress, 60, um dos fundadores, que corre usando o apelido de "Outlaw" fora da lei.

O clube tem uma regra firme: não há corridas se o gelo tiver menos de 30 centímetros de espessura. Os integrantes usam uma verruma para medir o gelo e garantir que seja sólido e firme o bastante para receber dezenas de carros cujos pilotos pagam US$ 10 por algumas horas de corrida.

Medir o gelo "requer aprendizado", diz Keith Larmie, um dos dirigentes do clube. "O bom gelo é o mais duro, e o pior gelo é o macio. Você precisa ter o feeling". Há seis categorias de corrida em disputa a cada semana: veículos de quatro cilindros e tração dianteira; quatro cilindros e tração traseira; seis cilindros, tração dianteira; carros modificados; stock cars; e uma categoria juvenil para os pilotos entre os 13 e os 16 anos. As corridas começam às 12h. Os pilotos ganham pontos e quem tiver maior pontuação na categoria ao final da temporada leva a coroa. Cada categoria disputa duas baterias com seis a oito voltas, e a cada dia de competição é disputada uma prova mais longa, de 12 voltas.

Mesmo no gelo, as coisas podem esquentar.

Belanger se alinhou para a largada de uma prova de tração dianteira com seu Acura Integra 1995, que ele comprou por US$ 200 e equipou com gaiola interna de proteção contra capotagens. O carro, marcado pelo número 35, traz um adesivo que afirma "não gosto de companhia".

Os pilotos aceleram. Em seguida, entram na pista, trocando ultrapassagens, derrapando pelo gelo e corrigindo as posições dos carros depois de giros de 180 ou 360 graus. Há esbarrões de parachoques. Belanger sai do gelo. Seu Acura precisa ser guinchado, depois de uma colisão com outro carro.

"Ele detonou minhas chances de campeonato", disse Belanger. "O carro quebrou. A suspensão dianteira direita toda cedeu".

Mas ainda havia esperança. Um pequeno carro laranja estava disponível, e Belanger o empregou na bateria final.

Troy Washburn estava se preparando para final dos carros com tração traseira, fazendo ajustes finais em seu Buick 1992, em companhia do mecânico D. J. Ellis.

"É um carro de vovó que transformamos em máquina matadora", diz Ellis.

A maioria dos carros conta com uma gaiola interna de proteção contra capotagem, porque esse tipo de desastre é o maior perigo em provas no gelo. O asfalto é uma superfície mais firme, diz Washburn, mas o gelo é mais divertido e requer pilotagem melhor.

"Os carros ficam mais lentos mas também mais difíceis de controlar", disse Washburn.

Os pneus de todos os carros recebem correntes, o que permite mais tração. Os pilotos dizem que curvas requerem sutileza no gelo, se o volante for virado demais, uma derrapagem é inevitável; se for virado de menos, o carro não faz a curva. E também é preciso esforço para impedir saídas de traseira.

Ellis, que não pilota, diz que as provas no gelo oferecem grandes atrativos para os espectadores.

"Você está lá no gelo, e os carros passam rápido, lascas de gelo voam. É como assistir a um número de mágica", diz.

Larmie sinaliza as entradas e saídas de pista. Escavadoras removem a neve e tentam alisar os inevitáveis calombos, entre as provas.

Antes da prova final, Mattress saltou para o seu carro, prendeu o cinto e acendeu um charuto.

"Piloto com uma mão só", disse.

Belanger, um segundo piloto e Randy Washburn, o genro de Mattress, também estão na disputa. Matttress derrapou e saiu da pista na primeira volta, mas conseguiu se recuperar com agilidade. Washburn ganhou vantagem, mas Belanger começou a reduzir a distância.

O final foi dramático. Os espectadores pulavam. Linda, a mulher de Mattress, assistia da cabine de sua picape, gritando pelo genro.

"Força, Randy", ela dizia.

Perto do final da prova, Os carros de Belanger e Washburn se tocaram, Belanger derrapou e Washburn ficou com a vitória.

Ele deu uma volta de comemoração, segurando a bandeira quadriculada. Enquanto os dois pilotos agradeciam suas torcidas, surgiu tensão quanto alguém do grupo de Belanger acusou Washburn de tirar o carro do rival da pista deliberadamente. Os torcedores de Washburn rebateram dizendo que o resultado havia sido justo.

Os grupos continuaram gritando e trocando ofensas até que Belanger se aproximou de Washburn e estendeu a mão.

"Meu irmão se entusiasma demais, e eu também", disse Belanger. "Foi uma prova emocionante".

Jetta Variant: para famílias com pressa

No Brasil veículos do tipo station wagon não fazem tanto sucesso, dentre outros motivos, por serem considerados carros femininos. O segmento ainda respira bem no ramo das opções mais compactas, seja com homens ou mulheres ao volante, porém no nível acima o ar é rarefeito. Ainda assim a Volkswagen insiste apostando no nicho das peruas médias, tanto que trouxe ao país a nova geração do Jetta Variant, modelo apresentado no Salão de Frankfurt de 2009 que desembarca por aqui importado do México com cara de Golf VI. O preço inicial do lançamento é tabelado R$ 83.990 (o modelo anterior custava mais de R$ 85.000).

O carro é interessante, tem o toque especial do setor de desenvolvimento de veículos premium da VW, hoje encabeçado por modelos como o Touareg e Passat. A atualização visual se concentra principalmente na porção frontal, que passa a se enquadrar no padrão global de design da marca: faróis agudos de linhas bem definidas e a grade com dois filetes. Já a traseira segue idêntica a da geração anterior, exceto pelas lanternas escurecidas. As rodas de alumínio também tem desenho inédito, mas seguem com aro 17”.

A cabine da perua também conta elementos oriundos do Golf VI, que a tornou mais dinâmica e funcional. O painel de instrumentos tem relógios saltados e voltados aos olhos do motorista, uma característica típica de carros esportivos, enquanto os mostradores de temperatura do motor e nível de combustível, antes isolados, agora vão combinados ao conta-giros e o velocímetro. No centro, o condutor tem acesso às informações do computador de bordo e alertas sobre o funcionamento de equipamentos e avisos de revisão. Como praticamente toda linha atual da VW, o volante deriva do usado no Passat CC, com comandos de áudio e telefonia integrados. E não para por ai.

Outra novidade no interior do Jetta Variant são os bancos redesenhados e revestidos de couro (preto ou bege), acabamento oferecido de série na nova geração, assim como o sensor de estacionamento. O aparelho de som também é da nova safra VW, o RCD 510 – com 10 alto-falantes – com tela colorida sensível ao toque, que permite também controlar o ar-condicionado digital dual zone. O sistema de áudio ainda conta com entrada auxiliar e plug para SD Card e é o mesmo que será utilizado na Amarok, primeira picape média da marca que deverá dar as caras por aqui em maio. O sistema de som, entretanto, não conta com conexão USB.

Para incrementar ainda mais o veículo, a Volks oferece os mesmos opcionais da linha anterior: teto solar Skyview (R$ 5.845), faróis de xenônio direcionais duplos (R$ 4.190) e kit com sensor de chuva, retrovisor eletrocrômico e iluminação coming home (R$ 900), que mantém o farol do veículo aceso por um determinado tempo após desligado.

O espaço interno do lançamento segue exatamente igual ao da linha anterior, uma vez que a plataforma é a mesma. Na parte traseira, três pessoas viajam tranquilamente e presos a cintos de segurança de três pontos. Se forem apenas dois ocupantes na seção traseira, um descansa braços com porto copos amplia o conforto. O porta-malas, que na configuração normal carrega 505 litros de volume de bagagem, pode ter sua capacidade aumentada para até 1.550 l com os bancos rebatidos. O bagageiro ainda conta com dois compartimentos internos para acomodação de pequenos objetos soltos.

Ao volante

Diferente do Golf Variant, como é chamado a perua Jetta na Europa, a nova geração modelo vendido no mercado nacional ainda não entra da onda do downsizing. No velho continente a station é oferecida com o moderno motor 1.4 TFSI (turbo com injeção direta de combustível) de 160 cv e câmbio DSG seqüencial de dupla embreagem. Aqui, o motor ainda é o mesmo 5 cilindros 2.5 20V de 170 cv a 5.800 rpm e 24,4 kgfm de torque a 4.250 rpm. Mas isso necessariamente não é ruim, uma vez que esse bloco tem bom desempenho, além de ter um forte rugido metálico, uma sinfonia para quem gosto de propulsores potentes.

É um carro feito para carregar toda a família com bagagem de sobra em longas viagens. Dizer que seu desempenho é esportivo é um pouco exagerado, já que estamos falando de um carro longo (4,63 metros) e pesado (1.890 kg). Segundo informações da VW, o Jetta Variant acelera de 0 a 100 km/h em 8s9 e atinge a velocidade máxima de 205 km/h. O câmbio automático tiptronic com comando seqüencial na alavanca é útil na estrada, mas usá-lo em busca de maior performance, como fortes reduções e maior tracionamento em curvas, não é muito aconselhável por conta de seu delay. Nesse caso, um carro menor é mais apropriado.

Mas seguindo sua real proposta, que é passear e viajar, o Jetta Variant cumpre a função com louvor. Grande parte disso é proporcionado pelo avançado sistema de amortecimento da suspensão traseira independente, que não transfere as imperfeições da via transposta por uma roda para o outro lado do carro. Esse equipamento deixa o carro com um rodar mais suave e extremamente mais estável em curvas. Para completar, a perua ainda vem com freios ABS (antitavamento das rodas), ESP (controle eletrônico de estabilidade), ASR (controle de tração) e seis airbags espalhados pelo interior.

Conclusão

O Jetta Variant não é um carro que vai mudar o mercado. Previsões da marca dão conta que o modelo deve emplacar pouco mais de 1.200 unidades por ano, que buscam consumidores homens casados bem sucedidos em busca de um produto que transmita a sensação de “sofisticação despojada”. Em suma, é o carro da esposa que também empolgará o marido, quando não o filho jovem que acabou de tirar carteira de motorista.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Novo Audi Hatch A3


O Audi A3 duas portas está de volta, e com mais potência. A nova versão da segunda geração do hatch, vendida até então no Brasil somente com quatro portas (Sportback), chega por R$ 110 mil com motor 2.0 TSFI de 200 cv. No caminho do A3 só há um obstáculo: o BMW 118i, hatch de entrada da marca rival.

O G1 andou no A3 Sport por um percurso de 50 km a caminho da cidade de Itu, interior de São Paulo. Antes de entrar no modelo, uma surpresa. O A3 duas portas resgata as linhas da versão anterior do hatch, montada no país até 2006, com lanternas quadradas na traseira.

O modelo Sport também é mais leve e tem entre-eixos menor. Por isso, apesar de trazer o mesmo motor, o lançamento é 0,2 segundos mais rápido que a versão quatro portas. De acordo com a marca, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 6,8 segundos no modelo Sport. A velocidade é limitada eletronicamente a 238 km/h.

A direção fica ainda mais divertida com o controle de largada, um dispositivo semelhante ao utilizado na Fórmula 1. Para "brincar", basta desligar o controle de tração (ASR) e o controle de estabilidade (ESP). Depois, posicionar o câmbio automático de seis velocidades e dupla embreagem no modo esportivo (S). Em seguida, colocar o pé esquerdo no freio e "descer" o pé direito no acelerador.


Quando o ponteiro do conta giros oscila entre 2.900 e 3.000 rpm, o controle avisa que o carro está pronto para acelerar: basta zerar o hodômetro parcial e soltar de uma vez o pé do freio. Como o carro não tem tração integral (Quattro), presente nos modelos esportivos da marca, os pneus dianteiros patinam na pista nos primeiros segundos da partida. Mas quando o carro ganha aderência, o carro dispara, quase sem controle.

Se no desempenho a Audi não economiza, no interior o carro justifica o preço. O acabamento interno é caprichado, com revestimento emborrachado e peças que imitam aço escovado. No entanto, o painel de instrumentos é simples – se comparado ao de outros modelos da Audi –, as regulagens do assento são manuais e o teto sky window da versão quatro portas foi substituído por um teto solar comum.

Apesar da redução de mais de R$ 10 mil para o Sportback, a lista de equipamentos de série é de respeito: piloto automático, volante revestido em couro com comandos de som, borboletas para trocas de marchas, duplo airbag frontal e lateral, faróis bi-xênon com ajuste automático de altura, assistente de partida na subida e ar-condicionado digital com saída individual para motorista e passageiro.


Junto com o A3 Sport, a Audi começa a trazer para o Brasil o A4 S Line, com o mesmo motor do hatch, por R$ 185.721. Os dois modelos chegam pouco mais de 20 dias após o lançamento do S3 e TTS, prova que a Audi está mesmo empenhada em cumprir a meta de lançar no país um carro a cada 45 dias em 2010. E o próximo já foi divulgado. Será o sedã S6, versão esportiva da linha A6, já confirmada para março. O preço? R$ 399 mil.

Vendas de Veiculos Caem 27,33% em Janeiro


Afetado pela típica baixa na procura de veículos em janeiro, o primeiro mês do ano registrou queda de 27,33% nas vendas ao comparar com dezembro de 2009. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados nesta segunda-feira (1º), foram emplacadas no período 212.937 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Por outro lado, em relação a janeiro de 2009, quando a crise ainda afetava o setor, foi registrado aumento de 7,85% nas vendas — na época, foram comercializados 197.433 unidades.

Ao somar as vendas de motocicletas, de 121.458 unidades, e as de implementos rodoviários (3.578), a queda chega a 25,7%. Apesar do estímulo dado ao setor pelo governo, com disponibilização de crédito e isenção de Cofins, o segmento de motos não mostrou recuperação, e sofreu queda de 23,12% sobre as vendas de dezembro.

A sazonalidade também afetou o negócio de automóveis e comerciais leves: foram emplacados no período 201.381 carros, queda de 23,31% em relação a dezembro, quando foram vendidas 277.931 unidades. Na comparação com janeiro de 2009, quando foram emplacadas 189.769 unidades, o ano começa positivo, com crescimento de 6,12% das vendas de carros.

O mercado de caminhões e ônibus seguiu a mesma tendência e teve as vendas reduzidas em 23,4% sobre dezembro, com o total de 11.556 unidades. Na comparação com janeiro do ano passado, houve aumento de 50,78%, de 197.433 unidades para 212.937 unidades.

Embora o desempenho inferior a dezembro fosse esperado pelo setor, em função do comportamento do mercado brasileiro em relação a veículos com data de fabricação registrada no ano anterior, o volume ficou abaixo do esperado pela Fenabrave, de 237.580 veículos e 138.553 motocicletas emplacadas.

Ranking das montadoras



A Volkswagen ficou na liderança nas vendas de automóveis em janeiro, com 23,89% de participação do mercado. Em segundo lugar ficou a Fiat com 23,28%, seguida da GM (20,75%) e Ford (10,97%). A Renault ultrapassou a Honda e retomou a colocação com 5,39% de market share. A Honda ficou com 5,37% de fatia no mercado brasileiro, seguida da Peugeot (3,74%), Citroën (3,20%), Toyota (1,51%) e Nissan (0,95%), que ultrapassou a Hyundai.

Já nos emplacamentos de comerciais leves, a Fiat manteve a liderança com 20,5% de fatia no mercado nacional. A segunda colocada é a General Motors com 16,82% de market share, seguida da Ford (16,5%), Volkswagen (10,17%), Mitsubishi (8,33%), Toyota (7,54%), Hyundai (6,68%), Honda (2,69%), Kia Motors (2,44%) e Mercedes-Benz (1,52%).

Ao somar os dois segmentos, a Fiat mantém a liderança com 24,49% de market share. Em seguida está a VW, com 22,74%, GM (19,79%), Ford (10,10%) e Honda (4,18%).

sábado, 30 de janeiro de 2010

Volvo Lança Novo Carro

A Volvo expande a sua linha de motores movidos a gasolina com a apresentação de um 2.0 GTDi, sigla essa que significaGasoline Turbocharged Direct Injection. Ele equipará versões do XC60, V70 e S80.

Esse motor deve ser o EcoBoost 2.0 da Ford, que será usado em vários modelos, como o Ford Mondeo da Europa por exemplo. Se não for exatamente o mesmo motor, é pelo menos baseado nele.