quinta-feira, 15 de julho de 2010

Americano cria 'carro-banheiro' que alcança 50 km/h

O norte-americano Dave Hersch, que mora no estado do Colorado (EUA), criou um "carro-banheiro". O veículo vem equipado com duas privadas no lugar dos assentos, tem lugar para seis rolos de papel higiênico e pode alcançar quase 50 km/h. Segundo Hersch, foram quatro anos de pesquisas e três protótipos até chegar ao modelo final.

Solidariedade Masculina

Uma mulher está na cama com o amante quando ouve o marido chegar. Vai logo recomendando ao amante:
Depressa, fique de pé ali no canto. Rapidamente, ela cobre o corpo do amante com óleo e sapecou talco por cima. E acrescentou:
Não se mexa até eu mandar. Finja que é uma estátua. Eu vi uma igualzinha na casa dos Almeida!
Nisso, o marido entra e pergunta: - O que é isto?
Ela, fingindo naturalidade:
Isso? Ah, é só uma estátua. Os Almeida botaram uma no quarto deles...
gostei tanto que comprei esta igual para nós.
E não se falou mais da estátua.
Às duas da madrugada, a mulher já está dormindo e o marido ainda vendo
televisão. De repente, o marido se levanta, caminha até a cozinha, prepara um sanduíche, pega uma latinha de cerveja e vai para o quarto. Ali, se dirige para a estátua e diz:
Toma, come e bebe alguma coisa, seu filho da puta !
Eu fiquei dois dias que nem um idiota no quarto dos Almeida e nem um copo de água me ofereceram!

o bêbado no ônibus

um bebado entrou no onibus e comecou a falar para o cobrador:
-se meu pai fosse um cachorro e minha mae uma cadela eu seria um cachorrinho.
e o bebado pois a se sentar.depois de meia hora la foi o bebado de novo e falou para o cobrador:
-se meu pai fosse um gatoe minha mae uma gata eu seria um gatinho
e o bebado pois a se sentar novamente. Quando o cobradorviu ele vindo de novo o cobrador falou:
-ja sei se seu pai fosse um puto e sua mae uma puta voce seria um putinho certo?
o bebado:
-errado se meu pai fosse um puto e minha mae uma puta eu seria um cobrador de ônibus

Julianne Moore posa nua e com leões em campanha


A atriz americana Julianne Moore tirou a roupa na nova campanha de outono/inverno 2011 da Bvlgari.

Mostrando as joias e as bolsas da grife italiana, a ruiva posou ao lado de dois filhotes de leão. Quem assina a sessão de fotos é a dupla Mert Alas e Marcus Piggott que foram os responsáveis pela campanha anterior também com Julianne como estrela.

Mert Alas e Marcus Piggott são dois dos maiores fotógrafos de moda da atualidade. Já assinaram campanhas da Givenchy e Calvin Klein e têm trabalhos publicados nas maiores revistas do mundo.

Músicos de peso se reúnem em show por vítimas de enchentes

Daniel Ganjaman, conhecido e talentoso produtor, anuncia o show Nós Pelo Nordeste, que reuniu no Comitê Club, em São Paulo, Pitty, Otto, Emicida, Kamau e outros nomes da cena indie brasileira, com uma banda de apoio que tinha ninguém menos que Fernando Catatau, do Cidadão Instigado, e o percussionista Da Lua, que é requisitado pelos grandes nomes da MPB. A casa (cheia) reverteu o lucro da noite para as vítimas das enchentes no Nordeste do País.

Sob o comando de Ganjaman, conhecido e talentoso produtor, o cantor e compositor Junio Barreto foi o primeiro a subir ao palco e começa o show. Sobe ao palco Otto, um dos artistas mais esperados da noite, que canta algumas das músicas de seu último álbum, como Crua. Mais uma vez, o pernambucano faz plateia inteira cantar e mostra que o resto da noite será um sucesso, mas lembrou a causa pela qual todos se reuniam.

A próxima a se apresentar é Karina Buhr, que tenta, mas não consegue esconder sua veia rock'n'roll. Em Nassiria e Najahf, se joga no palco, canta alto (grita) pula e deita no chão como uma verdadeira rock star - sua performance em apenas duas músicas mostra que a cantora é puro charme.

Na sequência, a baiana Pitty sobe ao palco. A mais pop das atrações não faz nenhuma música de seu repertório de vários sucessos, mas opta por cantar sua parceria com o grupo 3 Na Massa, Lagrimas Pretas. Claramente aquele não é seu público, mas conquistou essa plateia também.

Curumim foi o próximo a subir ao palco e fez o público cantar Mal Estar Card. Na música seguinte, ele chamou ao palco uma tímida Anelis Assumpção, com quem fez um dueto em In The Rain.

Sem que se percebesse o show chega a sua reta final, com Kamau e Emicida representando hip hop.

Como bons parceiros, os dois dividiram o palco numa apresentação perfeita, que mostrava total sintonia entre os dois. De um lado, Kamau chamava o público; de outro, Emicida fazia pose no palco, lembrando aquele Bnegão que comanda plateia. Os dois fecham o evento fugindo do setlist e fazendo o que o hip hop tem de mais interessante: a improvisação.

Otto, que acompanhou Da Lua na percussão durante todo o show, volta ao microfone e se junta aos garotos hip hop para fechar a noite em que São Paulo viu um belo show para ajudar a população do Nordeste.

Jornal divulga nova imagem do filme 'Thor'

O jornal Los Angeles Times publicou mais uma imagem oficial do próximo super-herói a chegar aos cinemas: Thor. Na imagem, podemos ver Anthony Hopkins pela primeira vez caracterizado como o deus Odin.
Thor, o filme, tem previsão de estreia nos cinemas em maio de 2011. A produção está sendo filmada nos desertos do Novo México, estado americano. Ainda no elenco: Natalie Portman, Chris Hemsworth, como o herói, e Stellan Skarsgård.

Tom Cruise e Cameron Diaz são receita pronta em 'Encontro Explosivo'

Alguns nomes em Hollywood funcionam mais ou menos como uma franquia bem sucedida de fast-food: você sabe que aquela batata frita não é a coisa mais saudável do mundo, mas tem certeza de que ela nunca vai sair do padrão e decepcionar na hora de satisfazer seu desejo pelo prazer que se resume apenas na experiência de comê-la. E, ainda que com substâncias químicas não-identificáveis, continua sendo uma batata, certo? Troque o verbo "comer" por "assistir" e dá pra entender porque Tom Cruise é como uma dessas batatas fritas cozinhadas em "delicioso" óleo vencido. Você sabe que ele não vai fugir do padrão meio canastrão de ser e te decepcionar na hora de disparar frases de efeito ou projéteis que, nunca, nunca mesmo, erram o alvo. Mas atenção: ainda que imbatíveis, as batatas fritas de ingredientes suspeitos, mais cedo ou mais tarde, murcham.

São por essas e outras que Encontro Explosivo é uma opção apetitosamente gordurosa, às vezes gordurosa demais, para quem quer viver aquela recorrente experiência de pouco menos de duas horas sem precisar se esforçar para entender as piadas. E algumas delas são realmente boas. Outras bem fracas. Agora sem o drama de Missão Impossível e com uma parceira que é possivelmente a melhor comediante do gênero batata, ops, pipoca, Cruise entra e sai de cena fazendo as mesmas caras e bocas que conhecemos desde Negócio Arriscado (1983). Aos 48 anos, o ator cuja vida privada consegue ser tão ou mais interessante que os fabulísticos roteiros de Hollywood, quer provar que continua em forma. E tira até a camisa para isso. No que refletimos: menos, Tom Cruise, menos.

Mas ok, vamos em frente. Afinal de contas, como já foi mencionado, a parceira do ator em Encontro Explosivo é uma moça não tão mais moça assim (38 primaveras) que sabe fazer bem feito quando o assunto é comédia. Cameron Diaz é uma máquina de produzir cócegas com os roteiros mais bobos e ingênuos do mundo. Aliás, é essa ingenuidade e constante expressão de desavisada que faz de Diaz uma atriz com um talento genuíno para o humor. E o maior trunfo de Encontro Explosivo é explorar essas qualidades da atriz.

A trama é simples em sua complexidade: o novo petróleo do mundo é uma bateria que nunca descarrega. Para proteger tal artefato das mãos erradas, um ex-agente do governo americano mata (quase) todos os passageiros e tripulação de um avião, pessoas que o estavam perseguindo para conseguir a tal bateria. Quase porque sobrou June, uma loira que há tempos não consegue desencalhar e que entrou de gaiata no avião achando que não apenas ia chegar ilesa ao seu destino final, como conseguiria descolar o carinha com sorriso de pasta de dente que, por duas vezes, esbarrou com ela no saguão do aeroporto. As coisas não saem como June havia planejado e ela se vê então testemunha de assassinatos que vão lhe custar uma inevitável ligação a Roy Miller, o galã assassino.

A partir daí, você assiste à sequência de imagens mais ou menos como a personagem de Cameron Diaz em boa parte da história: sob efeito de dopes, em flashes de imagens que mais parecem um filme de James Bond em fastfoward.

Roy e June vão passar imunes por perseguições velozes, salas de tortura, várias paisagens internacionais, ilhas paradisíacas e, claro, modernas metralhadoras que conseguem destruir prédios, mas por algum defeito de fabricação, nunca atingem o casal principal. Vilões e suas pontarias de iniciantes, nós amamos vocês. Portanto, sem peles arranhadas e com o cabelo sempre bem hidratado, os personagens de Cruise e Diaz são conduzidos a um romance que, imagina-se, deveria emular algo no gênero Sr. e Sra. Smith. Mas a bem da verdade termina vibrando uma energia mais semelhante àquela famosa entrevista de Cruise em Oprah Winfrey, quando ele pulou do sofá e esmurrou o chão para exclamar com bold e CAPSLOCK que estava apaixonado por Katie Holmes. Em outras palavras: menos, Tom Cruise, menos.

No entanto, em um cenário de paisagem aberta, Encontro Explosivo funciona e você vai sair do cinema com uma agradável experiência. Mas por culpa da própria franquia em que se transformou Cruise dentro e fora das telas, o filme não chega ao requinte de comédias como o já citado Sr. e Sra. Smith. E é preciso reconhecer que, mesmo com algumas pequenas rugas expostas em cinemascope, Tom Cruise e Cameron Diaz sabem ser consumidos como receita pronta sem grandes ressentimentos artísticos.

Fica difícil errar feio quando você coloca esses dois em uma trama de explosões, auto-referências (Missão Impossível para ele e As Panteras para ela) e piadas com o gênero sempre absurdo que são os filmes de ação em Hollywood. Para agradar sem esforço, é batata. Ops.